Psicologia
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
As nossas crenças dão forma à nossa realidade. Elas podem te impulsionar, no sentido de fazê-lo acreditar que é possível seguir em frente e conquistar algo que deseja. Mas essas crenças também podem sabotá-lo e deixá-lo estagnado, sem entender muito bem o porquê. Chamamos isso de crenças limitantes. São aquelas certezas absolutas que temos de que algo nunca dará certo, de que nunca iremos conseguir. São as desculpas que damos a nós mesmos para não realizar algo.
Geralmente desde a nossa infância ouvimos a frase "você não vai conseguir"; "você não é bom nisso"; "seria melhor se fizesse de outro jeito". Tudo isso na grande maioria das vezes é dito sem a consciência de que poderia afetar a criança. E assim aprendemos e introjetamos a idéia de que somos incapazes de realizar algumas coisas, incapazes de mudar. E quando nos deparamos com essa realidade no dia a dia temos a certeza de que não iremos conseguir.
Esses bloqueios emocionais são um mecanismo de defesa inconsciente, que reprimem o seu potencial. É importante se questionar: o quanto às suas crenças têm te ajudado a conseguir o que quer?
.
Se esses pensamentos limitantes estiverem mais te atrapalhando do que ajudando lembre-se que podemos nos desenvolver e evoluir a mente a cada instante. Mudar a forma de pensar é possível! Mudar a nossa realidade também. Mude o padrão, tente por um momento dizer a si mesmo que isso é possível! Pode ser que a mudança não seja de uma hora para outra, afinal são pensamentos sabotadores que te acompanham há muitos anos. Mas ter a consciência do que está acontecendo é fundamental e é o primeiro passo para mudar. 💭O que te bloqueia? O que te impede de fazer o que quer? Qual a sua desculpa?
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Por que você ainda não começou a fazer tudo aquilo que realmente quer fazer ?
Porque você é muito novo.
Porque é velho demais.
Você não tem mais tempo de nada.
Porque o tempo certo ainda não chegou.
Porque não daria certo.
Porque você se sente sozinho.
Porque a vida é injusta com você, se você tivesse as condições do seu vizinho, seria diferente.
Porque você não tem sorte.
Porque não é bom o suficiente.
Porque os outros te criticariam.
Porque teriam inveja de você.
Porque não te apoiariam.
Porque você tem medo de se frustrar.
Porque você tem medo.
Medo, medo.
Qual a sua desculpa?
Você está no ego adulto ou ainda no ego infantil ?
Responda as perguntas a seguir: 1) Sinto meu corpo forte e seguro? Sinto-me confortável nele?
2) Sou capaz de expressar minhas emoções, vontades e opiniões junto a outras pessoas?
3) Afirmo minhas posições sem me impor ou me submeter?
4) Dou-me tempo para refletir sobre minhas idéias, sentimentos, vontades e ações no mundo?
5) Tenho um círculo de amizades e o cultivo?
6) Conquistei minha autonomia e segurança material? Controlo minhas finanças?
7) Desfruto da minha sexualidade sem medo, vergonha ou culpa?
8) Consigo conquistar e manter vínculos afetivo-sexuais?
9) Consegui formar um casal estável, ou ter a minha família e sinto-me confortável nela?
10) Conquistei sucesso e prestígio social?
Encontrou dificuldade em responder alguma pergunta? Existe alguma área de maior dificuldade? Provavelmente seja a área da sua vida que necessita de mais atenção, e mais amadurecimento! Todos possuímos uma criança interna que precisa de atenção e cuidados para que nos sintamos verdadeiramente adultos! É necessário olharmos para dentro de nós e reconhecermos nossas reais necessidades, conscientes de que, só NÓS podemos fazer por nós mesmos o que precisamos e muitas vezes reivindicamos dos outros!
Boa semana! 💓
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Tati Bernardi
Sua percepção de si mesmo afeta sua vibração. Ame a si mesmo, tenha confiança em quem você é, expresse sua individualidade e deixe que suas boas vibrações fluam.
E tudo melhora quando mudamos nossa percepção sobre nós mesmos, quando nos aceitamos e confiamos mais em quem somos, tudo fica mais leve, a vida sorri para nós, as coisas fluem melhor.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Há uma tribo africana que tem costume muito bonito. Quando alguém faz algo de errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez. A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom, mas as pessoas cometem erros.
.
A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro. Eles se unem então para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente:
" Eu sou bom". SAWABONA SHIKOBA !
SAWABONA é um cumprimento usado na África do Sul que quer dizer:
" Eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim."
Em resposta as pessoas respondem SHIKOBA, que é :
" Então, eu existo para você."
Não vamos nos esquecer que cada um de nós está tentando fazer o seu melhor e ser feliz. Quando alguém lhe decepcionar, lembre disso, que a pessoa pode estar ainda mais perdida que você. Esse pensamento te ajudará a ter menos raiva, mais paciência e compaixão!
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Mudança de Paradigma
Eu me recordo de uma mudança de paradigma que me aconteceu em uma manhã de domingo, no metrô de Nova York. As pessoas estavam calmamente sentadas, lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma, tranqüila.
Subitamente um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal, de modo que o clima mudou instantaneamente.
O homem sentou-se a meu lado e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação. As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam coisas e chegavam até a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos. Mesmo assim o homem a meu lado não fazia nada.
Ficou impossível evitar a irritação. Eu não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito sem tomar uma atitude. Dava para perceber facilmente que as demais pessoas estavam irritadas também. A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, virei para ele e disse:
– Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?
O homem olhou para mim, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente:
– Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer alguma coisa. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora. Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não conseguem lidar com isso.
Podem imaginar o que senti naquele momento? Meu paradigma mudou. De repente, eu vi as coisas de um modo diferente, e como eu estava vendo as coisas de outro modo, eu pensava, sentia e agia de um jeito diferente. Minha irritação desapareceu. Não precisava mais controlar minha atitude ou meu comportamento, meu coração ficou inundado com o sofrimento daquele homem. Os sentimentos de compaixão e solidariedade fluíram livremente.
– Sua esposa acabou de morrer? Sinto Muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar em alguma coisa? – Tudo mudou naquele momento.
Muita gente passa por uma experiência fundamental similar de mudança no pensamento quando enfrenta uma crise séria, encarando suas prioridades sob nova luz. Isso também acontece quando as pessoas assumem repentinamente novos papéis, como marido, esposa, pai, avô, gerente ou líder.
Do livro: "Os sete hábitos das pessoas muito eficazes" de Steven R. Covey - Ed. Best Seller
Subitamente um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal, de modo que o clima mudou instantaneamente.
O homem sentou-se a meu lado e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação. As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam coisas e chegavam até a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos. Mesmo assim o homem a meu lado não fazia nada.
Ficou impossível evitar a irritação. Eu não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito sem tomar uma atitude. Dava para perceber facilmente que as demais pessoas estavam irritadas também. A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, virei para ele e disse:
– Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?
O homem olhou para mim, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente:
– Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer alguma coisa. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora. Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não conseguem lidar com isso.
Podem imaginar o que senti naquele momento? Meu paradigma mudou. De repente, eu vi as coisas de um modo diferente, e como eu estava vendo as coisas de outro modo, eu pensava, sentia e agia de um jeito diferente. Minha irritação desapareceu. Não precisava mais controlar minha atitude ou meu comportamento, meu coração ficou inundado com o sofrimento daquele homem. Os sentimentos de compaixão e solidariedade fluíram livremente.
– Sua esposa acabou de morrer? Sinto Muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar em alguma coisa? – Tudo mudou naquele momento.
Muita gente passa por uma experiência fundamental similar de mudança no pensamento quando enfrenta uma crise séria, encarando suas prioridades sob nova luz. Isso também acontece quando as pessoas assumem repentinamente novos papéis, como marido, esposa, pai, avô, gerente ou líder.
Do livro: "Os sete hábitos das pessoas muito eficazes" de Steven R. Covey - Ed. Best Seller
A princesa da água da vida
Era uma vez, quando não havia tempo, no País do Lugar Nenhum, uma pobre garota chamada Raida, que vivia solitária em uma pequena cabana.
Um dia, caminhando pelo bosque, Raida viu que um enxame de abelhas havia abandonado sua colméia, e decidiu recolher o mel.
"Levarei este mel ao mercado e o venderei. Com o dinheiro que conseguir procurarei melhorar minha vida", disse para si mesma.
Raida correu para casa e voltou com um pote, enchendo-o de mel. Ela não sabia no entanto que a causa de sua pobreza era um gênio maléfico que tentava por todos os meios impedir que ela tivesse êxito em qualquer coisa.
O gênio acordou quando alguma coisa lhe disse que Raida estava começando a fazer algo de útil. Ele correu ao lugar onde ela se encontrava com a intenção de causar-lhe problemas. Logo que viu Raida com o mel o gênio se transformou em um galho de árvore e empurrou seu braço, de maneira que o pote caiu e se quebrou, entornando todo o mel. O gênio, ainda sob a forma de um galho, ria-se com satisfação, balançando-se de um lado para outro.
"Isto a deixará furiosa", disse para si mesmo.
Mas ela apenas contemplou o mel e pensou:
"Não importa, as formigas vão comer o mel, e talvez algo surja disso."
Raida tinha visto uma fileira de formigas cujas exploradoras já estavam experimentando o mel para ver se lhes seria útil. Quando começou a atravessar a floresta, no caminho de volta para a sua cabana, Raida notou que um cavaleiro estava vindo em sua direção.
Quando estava apenas a alguns metros dela, o homem levantou o chicote displicentemente e, ao passar, bateu num galho. Raida viu que era uma árvore de amoras, e que o golpe tinha feito com que frutas maduras caíssem no chão. Ela pensou:
"Boa idéia. Recolherei as amoras e as levarei ao mercado para vendê-las. Talvez algo surja disso."
O gênio a viu juntando as frutas e riu-se por dentro. Quando ela terminou de encher seu cesto ele se transformou em um burro e a seguiu silenciosamente pelo caminho que levava ao mercado.
Quando Raida se sentou para descansar, o gênio sob a forma de burro aproximou-se, esfregando o focinho em seu braço. Raida bateu-lhe no focinho, e então de repente a horrível criatura se jogou sobre o cesto de amoras, esmagando-as até a polpa. O suco espalhou-se pelo caminho, e o falso burro afastou-se galopando alegremente entre os arbustos.
Raida olhou para as frutas com desânimo. Nesse momento no entanto a rainha estava passando por ali, a caminho da capital.
— Detenham-se imediatamente! — ordenou aos carregadores da liteira. — Essa jovem perdeu tudo. Seu burro esmagou as frutas e fugiu. Ela estará perdida se não a ajudarmos.
Assim foi que a rainha convidou Raida a subir na sua liteira, e rapidamente se tornaram amigas. A rainha deu uma casa a Raida, e logo ela se converteu em uma próspera comerciante, por seus próprios méritos.
Quando o gênio viu como as coisas estavam indo bem para Raida, deu uma boa examinada na casa para ver o que poderia fazer para arruína-la. Ele percebeu que todas as mercadorias eram guardadas em um armazém atrás da casa. De modo que botou fogo na casa e no armazém, que se queimaram até os alicerces em menos tempo do que se leva para contar.
Raida saiu da casa correndo quando sentiu o cheiro da fumaça, e contemplou as ruínas com pesar. Então percebeu que uma fila de pequenas formigas estava se formando. Elas carregavam grão a grão sua reserva de milho, que estivera embaixo da casa, para outro local de maior segurança. Para ajudá-las, Raida ergueu uma grande pedra que cobria o formigueiro, e debaixo dela brotou uma fonte de água. Enquanto Raida a experimentava as pessoas da cidade iam se juntando à sua volta, exclamando:
— A água da Vida! Isto é o que foi profetizado!
Elas contaram à Raida como havia sido profetizado que, um dia, depois de um incêndio e de muitos desastres, uma fonte seria encontrada por uma jovem que não se afligia com as calamidades que lhe aconteciam. Esta seria a última fonte da vida.
E foi assim que Raida se tornou conhecida como a Princesa da Água da Vida, da qual até hoje é a guardiã. Essa água pode ser bebida para dar imortalidade àqueles que a encontram, por não se impressionarem pelas calamidades que lhes possam ocorrer.
Um dia, caminhando pelo bosque, Raida viu que um enxame de abelhas havia abandonado sua colméia, e decidiu recolher o mel.
"Levarei este mel ao mercado e o venderei. Com o dinheiro que conseguir procurarei melhorar minha vida", disse para si mesma.
Raida correu para casa e voltou com um pote, enchendo-o de mel. Ela não sabia no entanto que a causa de sua pobreza era um gênio maléfico que tentava por todos os meios impedir que ela tivesse êxito em qualquer coisa.
O gênio acordou quando alguma coisa lhe disse que Raida estava começando a fazer algo de útil. Ele correu ao lugar onde ela se encontrava com a intenção de causar-lhe problemas. Logo que viu Raida com o mel o gênio se transformou em um galho de árvore e empurrou seu braço, de maneira que o pote caiu e se quebrou, entornando todo o mel. O gênio, ainda sob a forma de um galho, ria-se com satisfação, balançando-se de um lado para outro.
"Isto a deixará furiosa", disse para si mesmo.
Mas ela apenas contemplou o mel e pensou:
"Não importa, as formigas vão comer o mel, e talvez algo surja disso."
Raida tinha visto uma fileira de formigas cujas exploradoras já estavam experimentando o mel para ver se lhes seria útil. Quando começou a atravessar a floresta, no caminho de volta para a sua cabana, Raida notou que um cavaleiro estava vindo em sua direção.
Quando estava apenas a alguns metros dela, o homem levantou o chicote displicentemente e, ao passar, bateu num galho. Raida viu que era uma árvore de amoras, e que o golpe tinha feito com que frutas maduras caíssem no chão. Ela pensou:
"Boa idéia. Recolherei as amoras e as levarei ao mercado para vendê-las. Talvez algo surja disso."
O gênio a viu juntando as frutas e riu-se por dentro. Quando ela terminou de encher seu cesto ele se transformou em um burro e a seguiu silenciosamente pelo caminho que levava ao mercado.
Quando Raida se sentou para descansar, o gênio sob a forma de burro aproximou-se, esfregando o focinho em seu braço. Raida bateu-lhe no focinho, e então de repente a horrível criatura se jogou sobre o cesto de amoras, esmagando-as até a polpa. O suco espalhou-se pelo caminho, e o falso burro afastou-se galopando alegremente entre os arbustos.
Raida olhou para as frutas com desânimo. Nesse momento no entanto a rainha estava passando por ali, a caminho da capital.
— Detenham-se imediatamente! — ordenou aos carregadores da liteira. — Essa jovem perdeu tudo. Seu burro esmagou as frutas e fugiu. Ela estará perdida se não a ajudarmos.
Assim foi que a rainha convidou Raida a subir na sua liteira, e rapidamente se tornaram amigas. A rainha deu uma casa a Raida, e logo ela se converteu em uma próspera comerciante, por seus próprios méritos.
Quando o gênio viu como as coisas estavam indo bem para Raida, deu uma boa examinada na casa para ver o que poderia fazer para arruína-la. Ele percebeu que todas as mercadorias eram guardadas em um armazém atrás da casa. De modo que botou fogo na casa e no armazém, que se queimaram até os alicerces em menos tempo do que se leva para contar.
Raida saiu da casa correndo quando sentiu o cheiro da fumaça, e contemplou as ruínas com pesar. Então percebeu que uma fila de pequenas formigas estava se formando. Elas carregavam grão a grão sua reserva de milho, que estivera embaixo da casa, para outro local de maior segurança. Para ajudá-las, Raida ergueu uma grande pedra que cobria o formigueiro, e debaixo dela brotou uma fonte de água. Enquanto Raida a experimentava as pessoas da cidade iam se juntando à sua volta, exclamando:
— A água da Vida! Isto é o que foi profetizado!
Elas contaram à Raida como havia sido profetizado que, um dia, depois de um incêndio e de muitos desastres, uma fonte seria encontrada por uma jovem que não se afligia com as calamidades que lhe aconteciam. Esta seria a última fonte da vida.
E foi assim que Raida se tornou conhecida como a Princesa da Água da Vida, da qual até hoje é a guardiã. Essa água pode ser bebida para dar imortalidade àqueles que a encontram, por não se impressionarem pelas calamidades que lhes possam ocorrer.
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
MILHO PREMIADO
Esta é a história de um fazendeiro bem sucedido.
Ano após ano, ele ganhava o troféu "Milho Gigante" da feira da agricultura do município.
Entrava com seu milho na feira e saía com a faixa azul recobrindo seu peito.
E o seu milho era cada vez melhor.
Numa dessas ocasiões, um repórter de jornal, ao abordá-lo após a já tradicional colocação da faixa, ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar seu qualificado e valioso produto.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos.
"Como pode o Senhor dispor-se a compartilhar sua melhor semente com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano?" - indagou o repórter.
O fazendeiro pensou por um instante, e respondeu:
"Você não sabe? O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho.Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".
Ele era atento às conectividades da vida.
O milho dele não poderia melhorar se o milho do vizinho também não tivesse a qualidade melhorada.
Assim é também em outras dimensões da nossa vida.
Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz.
Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem.
E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
Que todos vocês consigam ajudar seus vizinhos a cultivar milho cada vez melhor.
Autor desconhecido
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Morre lentamente
Morre lentamente
Quem não viaja, quem não houve música,
Quem não acha graça em si mesmo.
Morre lentamente
Quem destrói seu amor próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito,
Repetindo todos os dias os mesmos trajetos.
Morre lentamente
Quem não muda de marca, não se arrisca a vestir
Uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções,
Justamente as que regam o brilho dos olhos e os
Corações aos tropeços.
Morre lentamente
Quem não vira a mesa quando está infeliz com
O seu trabalho ou amor,
Quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
Fugir dos conselhos sensatos.
Viva hoje!
Faça hoje!
Não se deixe morrer lentamente!
Seja feliz.
Pablo Neruda.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
| Antes do dia partir... - Martha Medeiros |
O que valeu a pena hoje?
Sempre tem alguma coisa. Um telefonema. Um filme...
Paulo Mendes Campos, em uma de suas crônicas reunidas no livro "O Amor
Acaba", diz que devemos nos empenhar em não deixar o dia partir inutilmente.
Eu tenho, há anos, isso como lema.
É pieguice, mas antes de dormir, quando o dia que passou está dando o prefixo e saindo do ar, eu penso: o que valeu a pena hoje? Sempre tem alguma coisa.
Uma proposta de trabalho. Um telefonema. Um filme. Um corte de cabelo que deu certo.
Até uma briga pode ter sido útil, caso tenha iluminado o que andava escuro dentro da gente.
Já para algumas pessoas, ganhar o dia é ganhar mesmo:
ganhar um aumento, ganhar na loteria, ganhar um pedido de casamento, ganhar
uma licitação, ganhar uma partida.
Mas para quem valoriza apenas as megavitórias, sobram centenas de outros dias em que, aparentemente, nada acontece, e geralmente são essas pessoas que vivem dizendo que a vida não é boa, e seguem cultivando sua angústia existencial com carinho e uísque, mesmo já tendo seu superapartamento, sua
bela esposa, seu carro do ano e um salário aditivado.
Nas últimas semanas, meus dias foram salvos por detalhes.
Uma segunda-feira valeu por um programa de rádio que fez um tributo aos
Beatles e que me arrepiou, me transportou para uma época legal da vida, me
fez querer dividir aquele momento com pessoas que são importantes pra mim.
Na terça, meu dia não foi em vão porque uma pessoa que
amo muito recebeu um diagnóstico positivo de uma doença que poderia ser mais séria.
Na quarta, o dia foi ganho porque o aluno de uma escola me pediu para tirar uma foto com ele.
Na quinta, uma amiga que eu não via há meses ligou me convidando para almoçar.
Na sexta, o dia não partiu inutilmente, só por causa de um cachorro-quente.
E assim correm os dias, presenteando a gente com uma música, um crepúsculo,
um instante especial que acaba compensando 24 horas banais.
Claro que tem dias que não servem pra nada, dias em que ninguém nos surpreende, o trabalho não rende e as horas se arrastam melancólicas, sem falar naqueles dias em que tudo dá errado:
batemos o carro, perdemos um cliente e o encontro da noite é desmarcado.
Pois estou pra dizer que até a tristeza pode tornar um dia especial, só que não ficaremos sabendo disso na hora, e sim lá adiante, naquele lugar chamado futuro, onde tudo se justifica.
É muita condescendência com o cotidiano, eu sei, mas não deixar o dia de hoje partir inutilmente é o único meio de a gente aguardar com entusiasmo o dia de amanhã...
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Quando era jovem tinha uma outra visão do que era envelhecer. Todos vamos, afinal, é um processo natural do organismo do ser humano. Agora, a forma como vamos viver cada nova etapa é que realmente define tanto nosso desempenho quanto a qualidade que teremos cultivado pra viver.
Além de comer bem, praticar atividades o grande segredo para a "fonte da juventude" está na sede com que buscamos conhecimento sobre nós, sobre a vida, na maneira como nos relacionamos com o Universo, sobretudo, na troca de experiências com as pessoas ao nosso redor, especialmente, as de nosso vínculo familiar, isso jovens, sobretudo em nosso interior. Para esta caminhada é fundamental exercitarmos a gratidão, a humildade, a resiliência, o perdão, o Amor. Estas são algumas das ferramentas que nos permitem alcançar sabedoria.
Vejam as árvores por exemplo: a medida que o tempo passa elas ganham novos "aneis" no interior de seu tronco - que pra mim são como marcas que celebram a vitória por cada ano vencido, por mais uma idade completada. Assim somos nós. E você, como tem celebrado seus "aneis?" Se você hoje observa sua vida e enxerga uma grande lacuna que não permite compreender o que houve com a pessoa que você um dia foi e que o tempo apenas passou e vc seguiu... acredite: é hora de você parar de focar no que foi e olhar para o que você é e quem pode ser e agradecer. Afinal ser feliz é uma escolha cujo primeiro passo depende de você!
Doutor Mohamad Barakat.
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Síndrome de figurante
Você
já viveu alguma dessas situações? Temos a tendência de nos colocar em
segundo lugar, às vezes até em terceiro, quarto e último lugar. Sentimos
culpa ao nos colocar como prioridade. Fomos ensinados a ser do jeito
que o outro quer, e não do jeito que queremos ser. Buscamos tanto
agradar o outro que às vezes nos pegamos fazendo coisas que não gostamos
só para contentar ou impressionar alguém. Por
isso nunca achamos que somos bons o suficiente. A sua vida é SUA e se
não for o protagonista viverá sempre para agradar o outro. Isso porque a
referência está no externo e não no interno. Lembre-se que se colocar
em primeiro lugar não é egoísmo, é poder estar pleno e completo para
lidar com o outro. É sim ser o protagonista e o diretor da sua própria
história.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
A ansiedade, a doença do nosso tempo, vem principalmente da nossa incapacidade de viver o momento presente. Ajuste seu relógio na hora certa: Agora.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Hoje é o dia em que você pode fazer tudo diferente. Hoje é o dia em que o rumo da sua vida pode mudar por inteiro. Mas, uma coisa é fato e não se pode negar: você vai precisar agir de uma forma diferente. E você vai precisar tentar coisas novas e fazer algo que nunca fez. "Não é plantando banana que você vai colher tomate". A vida que você quer viver está logo ali virando a esquina, mas vai ser preciso que você ande até lá.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
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quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Sentimentos...
Tudo aquilo que sentimos e vivemos na nossa infância irá refletir na vida adulta. Se nos é dado amor e carinho será muito mais fácil passar isso adiante.Um comportamento aprendido poderá ser mais facilmente reproduzido com o passar do tempo. É preciso estar atento, pois o contrário também acontece.
Uma criança que não se sente amada, além de falta do amor se sentirá desamparada, desprotegida, frágil e amedrontada. O ser humano necessita de cuidados, ou corre o risco de se tornar um adulto carente do amor que não teve quando mais precisou. Adultos que tem dificuldade em expressar seus sentimentos foram crianças não estimuladas a dizerem o que estavam sentindo. Se estavam felizes ou tristes, com raiva ou magoadas não foram ensinadas a nomear esses sentimentos.
Nosso desenvolvimento emocional é marcado pelas nossas primeiras experiências com o mundo ao nosso redor. Por isso nosso progresso emocional irá depender das primeiras impressões de amor e afeto que sentimos na primeira infância.
Preste atenção aos seus filhos. Eles precisam sentir-se amados, protegidos e fortalecidos. Demonstre seus sentimentos e os estimule a fazer o mesmo.
Se você se identificou com o papel de criança não amada e viu o quanto isso pode estar refletindo na sua vida hoje, busque ajuda. Se não estiver atento à si mesmo, você corre o risco de sem perceber reproduzir essa mesma história com seus próprios filhos.
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