Psicologia

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017



Quantos problemas deixamos para ele, O TEMPO resolver, não é mesmo?Deixamos pra lá, dizendo que vai passar, que o tempo "cura tudo". Muitas vezes até acreditamos que aquilo foi superado, pois esquecemos do problema. Porém, existe uma grande diferença entre esquecer e superar. Esquecer um problema não quer dizer que ele foi solucionado. Esquecimento é inclusive um mecanismo de defesa, em que muitas coisas acabam sendo apenas "varridas para debaixo do tapete"; ou seja, se tornam inconscientes, mas a qualquer momento podem aparecer e nos tirar do eixo. Isso porque a função do tempo não é curar. Não é o tempo que faz curar algo que nos machucou, mas através dele podemos criar mecanismos internos para nos fortalecer egoicamente e fazer com que aquela ferida cicatrize. O melhor jeito de nos fortalecer é olhando para aquilo que nos machucou, é a lembrança consciente a principal responsável pela cura. Não é o tempo o responsável por resolver esses problemas, e sim nós mesmos através de nossa ação consciente!

Tati Bernardi

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017







Há uma tribo africana que tem  costume muito bonito. Quando alguém faz algo de errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez. A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom, mas as pessoas cometem erros.
.
A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro. Eles se unem então para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente:

 " Eu sou bom". SAWABONA SHIKOBA !

SAWABONA  é um cumprimento usado na África do Sul que quer dizer:

" Eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim."
Em resposta as pessoas respondem SHIKOBA, que é :

" Então, eu existo para você."
Não vamos nos esquecer que cada um de nós está tentando fazer o seu melhor e ser feliz. Quando alguém lhe decepcionar, lembre disso, que a pessoa pode estar ainda mais perdida que você. Esse pensamento te ajudará a ter menos raiva, mais paciência e compaixã
o

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Morre lentamente

Morre lentamente
Quem não viaja, quem não houve música,
Quem não acha graça em si mesmo.

Morre lentamente
Quem destrói seu amor próprio, 
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito,
Repetindo todos os dias os mesmos trajetos.

Morre lentamente
Quem não muda de marca, não se arrisca a vestir
Uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente
Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções,
Justamente as que regam o brilho dos olhos e os
Corações aos tropeços.

Morre lentamente
Quem não vira a mesa quando está infeliz com
O seu trabalho ou amor,
Quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
Fugir dos conselhos sensatos.

Viva hoje!
Faça hoje!
Não se deixe morrer lentamente!
Seja feliz.


Pablo Neruda. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016


Antes do dia partir... - Martha Medeiros



 O que valeu a pena hoje?

 Sempre tem alguma coisa. Um telefonema. Um filme...

 Paulo Mendes Campos, em uma de suas crônicas reunidas no livro "O Amor
 Acaba", diz que devemos nos empenhar em não deixar o dia partir inutilmente.


 Eu tenho, há anos, isso como lema.

 É pieguice, mas antes de dormir, quando o dia que passou está dando o prefixo e saindo do ar, eu penso: o que valeu a pena hoje? Sempre tem alguma coisa.

 Uma proposta de trabalho. Um telefonema. Um filme. Um corte de cabelo que deu certo.


 Até uma briga pode ter sido útil, caso tenha iluminado o que andava escuro dentro da gente.

 Já para algumas pessoas, ganhar o dia é ganhar mesmo:

 ganhar um aumento, ganhar na loteria, ganhar um pedido de casamento, ganhar
 uma licitação, ganhar uma partida.

 Mas para quem valoriza apenas as megavitórias, sobram centenas de outros dias em que, aparentemente, nada acontece, e geralmente são essas pessoas que vivem dizendo que a vida não é boa, e seguem cultivando sua angústia existencial com carinho e uísque, mesmo já tendo seu superapartamento, sua
 bela esposa, seu carro do ano e um salário aditivado.

 Nas últimas semanas, meus dias foram salvos por detalhes.

 Uma segunda-feira valeu por um programa de rádio que fez um tributo aos
 Beatles e que me arrepiou, me transportou para uma época legal da vida, me
 fez querer dividir aquele momento com pessoas que são importantes pra mim.

 Na terça, meu dia não foi em vão porque uma pessoa que
 amo muito recebeu um diagnóstico positivo de uma doença que poderia ser mais séria.

 Na quarta, o dia foi ganho porque o aluno de uma escola me pediu para tirar uma foto com ele.

 Na quinta, uma amiga que eu não via há meses ligou me convidando para almoçar.

 Na sexta, o dia não partiu inutilmente, só por causa de um cachorro-quente.

 E assim correm os dias, presenteando a gente com uma música, um crepúsculo,
 um instante especial que acaba compensando 24 horas banais.

 Claro que tem dias que não servem pra nada, dias em que ninguém nos surpreende, o trabalho não rende e as horas se arrastam melancólicas, sem falar naqueles dias em que tudo dá errado:

 batemos o carro, perdemos um cliente e o encontro da noite é desmarcado.

 Pois estou pra dizer que até a tristeza pode tornar um dia especial, só que não ficaremos sabendo disso na hora, e sim lá adiante, naquele lugar chamado futuro, onde tudo se justifica.


 É muita condescendência com o cotidiano, eu sei, mas não deixar o dia de hoje partir inutilmente é o único meio de a gente aguardar com entusiasmo o dia de amanhã...

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Quando era jovem tinha uma outra visão do que era envelhecer. Todos vamos, afinal, é um processo natural do organismo do ser humano. Agora, a forma como vamos viver cada nova etapa é que realmente define tanto nosso desempenho quanto a qualidade que teremos cultivado pra viver.

Além de comer bem, praticar atividades o grande segredo para a "fonte da juventude" está na sede com que buscamos conhecimento sobre nós, sobre a vida, na maneira como nos relacionamos com o Universo, sobretudo, na troca de experiências com as pessoas ao nosso redor, especialmente, as de nosso vínculo familiar, isso jovens, sobretudo em nosso interior. Para esta caminhada é fundamental exercitarmos a gratidão, a humildade, a resiliência, o perdão, o Amor. Estas são algumas das ferramentas que nos permitem alcançar sabedoria.

Vejam as árvores por exemplo: a medida que o tempo passa elas ganham novos "aneis" no interior de seu tronco - que pra mim são como marcas que celebram a vitória por cada ano vencido, por mais uma idade completada. Assim somos nós. E você, como tem celebrado seus "aneis?" Se você hoje observa sua vida e enxerga uma grande lacuna que não permite compreender o que houve com a pessoa que você um dia foi e que o tempo apenas passou e vc seguiu... acredite: é hora de você parar de focar no que foi e olhar para o que você é e quem pode ser e agradecer. Afinal ser feliz é uma escolha cujo primeiro passo depende de você!

 Doutor Mohamad Barakat.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Síndrome de figurante


Você já viveu alguma dessas situações? Temos a tendência de nos colocar em segundo lugar, às vezes até em terceiro, quarto e último lugar. Sentimos culpa ao nos colocar como prioridade. Fomos ensinados a ser do jeito que o outro quer, e não do jeito que queremos ser. Buscamos tanto agradar o outro que às vezes nos pegamos fazendo coisas que não gostamos só para contentar ou impressionar alguém. Por isso nunca achamos que somos bons o suficiente. A sua vida é SUA e se não for o protagonista viverá sempre para agradar o outro. Isso porque a referência está no externo e não no interno. Lembre-se que se colocar em primeiro lugar não é egoísmo, é poder estar pleno e completo para lidar com o outro. É sim ser o protagonista e o diretor da sua própria história.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Lição do Cavalo - AutoReflexão

Conta-se que um fazendeiro, dono de excelentes cavalos de muita valia nos trabalhos de sua propriedade rural recebeu um dia a notícia de que o preferido dele, um alazão forte e muito bonito, havia caído num poço abandonado.

O capataz que lhe trouxe a má notícia estava desolado porque o poço era muito fundo e pouco largo e não havia como tirar o animal de lá, apesar de todos os esforços dos peões da fazenda.

O fazendeiro foi até o local, tomou tento da situação e concordou com seu capataz: não havia mais o que fazer, embora o animal não estivesse machucado.

Não achou que valia a pena resgatá-lo, ia ser demorado e custaria muito dinheiro.
Já que está no buraco – disse ao capataz – você acabe de enterrá-lo, jogando terra em cima dele.

Virou as costas, preocupado com seus negócios, e os peões de imediato começaram a cumprir a sua ordem.

Cinco homens, sob o comando do capataz, atiravam terra dentro do buraco, em cima do cavalo.
A cada pazada, o alazão se sacudia todo e a terra ia-se depositando no fundo do poço seco.
Os homens ficaram admirados com a esperteza do animal: a terra ia enchendo o poço e o cavalo subindo em cima dela!

Não demorou muito e o animal já estava com a cabeça aparecendo na saída do poço; mais algumas pazadas de terra e ele saltou fora, sacudindo-se e relinchando, feliz.







Moral: Na vida, muitas pessoas vão jogar terra em cima de nossas cabeças, querendo que nos afundemos e não tenhamos motivação. Mas quando jogarem terra sobre nós, vamos nos sacudir, subir e sobreviver sempre.


quinta-feira, 3 de novembro de 2016







Somente o homem se preocupa com o futuro, arrepende-se do passado e culpa a si mesmo pelo presente.
Ficamos frustrados quando não conseguimos algo que queremos e desapontados quando algo de que gostamos chega ao fim. Sofremos AQUILO que sofremos. Ficamos aborrecidos quando sentimos dor, com raiva em relação a morte, tristes por acordarmos tristes mais um dia. Esse tipo de sofrimento é o cérebro que constrói, é ele que inventa. O que é irônico, pungente e absolutamente esperançoso.
Afinal, se o cérebro é a causo do sofrimento, pode ser também da cura.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A casa de hospedes

 O ser humano é uma casa de hóspedes.
Toda manhã uma nova chegada.
A alegria, a depressão, a falta de sentido, como visitantes inesperados.
Receba e entretenha a todos
Mesmo que seja uma multidão de dores
Que violentamente varrem sua casa e tira seus móveis.
Ainda assim trate seus hóspedes honradamente.
Eles podem estar te limpando
para um novo prazer.
O pensamento escuro, a vergonha, a malícia,
encontre-os à porta rindo.
Agradeça a quem vem,
porque cada um foi enviado
como um guardião do além.
 
 
 
 
Rumi (Mestre Sufi do sec. XII)

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

 

 

Autorresponsabilidade é a certeza absoluta, de que você é o único responsável pela sua vida. O único responsável pela vida que tem levado, e consequentemente, o único que pode mudá-la.

A vida que você leva, é igual a você. Você criou a sua vida!
Pessoas auto responsáveis, não tentam mudar os outros, não tentam mudar empresas, não tentam mudar a sua equipe, e não tentam mudar a sua esposa, ou marido. Pessoas auto responsáveis mudam a si mesmo!


Você não está condenado a ser a mesma pessoa sempre!Ao se responsabilizar e reconhecer que você pode fazer mais, seja em comportamento, relacionamento, atitude ou resultados. Você pode fazer diferente. 

Louco, é aquela pessoa que faz todos os dias as mesmas coisas, e espera resultados diferentes.


Determine as mudanças que você quer fazer em você, e não nos outros.

 Arlindo Amando.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Não se curem além da conta










Não se cure de rir alto, de cantar alto, de sonhar alto. Não apare todas suas arestas. Não apague todos os prejuízos. Não há necessidade de nos curarmos tanto de nós mesmos. Pra que tanto juízo? Pra que tanto conserto? Não se pinte além da conta, não se obrigue além da conta, além da vida. Mas sim, pague a conta por topar ser exatamente quem se é. Por que curar todos os pensamentos malvados, desvairados? Ninguém é todo deus ou todo diabo. Você pode parar de artificializar a felicidade se quiser, será que precisamos mesmo de todos esses remédios? O receituário dos dias é categórico: precisamos viver sem tanta contraindicação.






Ora, não se cure de alguns exageros, principalmente o de amar. Não se cure daquele desejo esperançoso de felicidade. Pra que curar saudade boa? Não se cure de todas as manias, de todos os medos, de todos os tiques. Não se cure além da conta. Somos todo esse barro amassado, constituído na falta, entre o feito-desfeito. Somos a casa erguida a partir daquilo que nós decidimos fazer do que fizeram conosco. Remendo a remendo, percebe-se que existe algo em nós tentando manter a casa em pé. Portanto, não se cure além da conta, não se cure tanto assim. A casa pode cair!


Se tiver que se curar, se cure da dúvida acerca da vida que leva e na qual não se reconhece. Essa é a dose anti-hipocrisia mais indicada à sobrevivência da espécie de gente feliz. Se cure até a medida de estar em paz, você com você. Nenhuma pílula a mais.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Self

Jung chamou o self de arquétipo central, arquétipo da ordem e totalidade da personalidade. "Consciente e inconsciente não estão necessariamente em oposição um ao outro, mas complementam-se mutuamente para formar uma totalidade: o self." (Jung, 1928, p.53).

Jung descobriu o arquétipo do self apenas depois de estarem concluídas suas investigações sobre as outras estruturas da psique. O self é com freqüência figurado em sonhos ou imagens de forma impessoal - como um círculo, mandala, cristal ou pedra - ou pessoal - como um casal real, uma criança divina, ou na forma de outro símbolo de divindade. Todos estes são símbolos da totalidade, unificação, reconciliação de polaridades, ou equilíbrio dinâmico - os objetos do processo de individuação.
 
O self é um fator interno de orientação, muito diferente e até mesmo estranho ao ego e à consciência. "O self não é apenas o centro, mas também toda a circunferência que abarca tanto o consciente quanto o inconsciente; é o centro desta totalidade, assim como o ego é o centro da consciência" (Jung, 1936, p.41). Ele pode, de início, aparecer em sonhos como uma imagem significante, um ponto ou uma sujeira de mosca, pelo fato do self ser bem pouco familiar e pouco desenvolvido na maioria das pessoas. O desenvolvimento do self não significa que o ego seja dissolvido. Este último continua sendo o centro da consciência, mas agora ele é vinculado ao self como consequência de um longo e árduo processo de compreensão e aceitação de nossos processos inconscientes. O ego já não parece mais o centro da personalidade, mas uma das inúmeras estruturas dentro da psique.
"O self designa a personalidade total. A personalidade total do Homem é indescritível... porque seu inconsciente não pode ser descrito." (Jung em Evans, 1964, p. 62).

Referência: Teorias da Personalidade, 1939. James Fadiman, Robert Frager.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Muito além de uma porta

Se você encontrar uma porta à sua frente, poderá abri-la ou não.
Se você abrir a porta, poderá ou não entrar em uma nova sala.
Para entrar, você vai ter que vencer a dúvida, o titubeio ou o medo. Se você venceu, você deu um grande passo: nesta sala vive-se.
Mas também tem um preço: são inúmeras as outras portas que você descobre.
O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta.
Os erros podem ser transformados em acertos, quando, com eles, se aprende.
A vida não é rigorosa: ela propicia erros e acertos.
Não existe a segurança do acerto eterno.
A vida é generosa: a cada sala em que se vive, descobre-se outras tantas portas.
A vida enriquece a quem se arrisca a abrir novas portas.
Ela privilegia quem descobre seus segredos, e generosamente oferece afortunadas portas.
Mas a vida também pode ser dura e severa: se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela sua frente.
É a repetição perante a criação.
É a monotonia cromática perante o arco-íris.
É a estagnação da vida.
Para a vida, as portas não são obstáculos…
São apenas diferentes passagens.

Dr. Içami Tiba

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Tudo o que prende ao passado priva o presente e compromete o futuro!!! Tudo o que não perdoamos e ficamos remoendo continua trazendo a vibe que não faz mais parte das nossas vidas, mas que está ali pronta pra se movimentar e quem sabe abrir espaço para o novo... Pra quê tomar conta da vida de quem passou pala sua um dia?

Sentimento de culpa, possessividade?
Não seria melhor achar que deu certo enquanto tinha que dar e usar as ferramentas que tiver ao alcance para liberar essa energia que só faz mal?! Não é simples, eu sei! Mas o que tem que ser vai ser e é importante lembrar que quando alimentamos a energia do outro eles se nutrem e somos nós que acabamos nos enfraquecendo!

 

E na família então? Mãe, pai, irmão, parentes em geral são as maiores provas que precisamos enfrentar para nossa evolução!
Entender isso e tratar a raíz, essa é a chave! E quando cuidamos da raízes os novos capítulos ficam livres pra serem escritos!!
Amizades, relações de trabalho, erros pessoais e tudo o
que não pareceu tão positivo nos prepararam para vivenciar o que vivenciamos hoje... Ninguém recebe o fardo maior do que pode carregar!

Mas se lembre dos capítulos passados apenas como rascunhos de uma vida que está sempre em movimento, que é eterna e que pode ser a melhor que você arquitetar. O escritor é você!

E viva as viradas da página.


Luana Ferreira Moura.



terça-feira, 6 de setembro de 2016

Gratidão, Seja Grato!

Hoje é um dia de gratidão!

Gratidão é o último estado de agredecimento por ter recebido algo na vida.

Sou grato pela vida!

Cérebro e corpo "entendem" a sensação de gratidão e liberam a química adequada para essa representação.

Ser grato ensina o cérebro e o corpo a memorizarem o que foi recebido em atitude e comportamento de harmonia e paz.

Sejamos sempre gratos.

Gratidão reforça o sistema imunológico e nos dá ótimas sensações de bem estar.
Que a grande consciência que nos dá vida possa fluir em mim e através de mim e manifestar-se em minhas ações.

Busco a sintonia com essa inteligência responsável por eu estar vivo, que faz meu coração bater cerca de 100.000 vezes em 24 horas.

Sou grato por todas as oportunidades e infinitas possibilidades de escolha. Que eu possa escolher cada vez mais em sintonia com a grande consciência.

O campo unificado quântico possui infinitas possibilidades. Ele é inteligente e permeia a todos nós e tudo o que existe. Isso é ciência.

Quero escolher a alegria de viver.
Quero escolher o poder de realização.
Quero escolher a compaixão e sabedoria.
Quero escolher a felicidade.
Quero escolher a ética.
Quero escolher a admiração pela vida.
Quero escolher o amor por todos os seres.

Aproveito por estar sintonizado com esse campo de infinitas possibilidades e deixo ir as vibrações que não quero mais em minha vida.

Deixo a tristeza.
Deixo a depressão.
Deixo a raiva.
Deixo o ressentimento.
Deixo as frustrações.
Deixo as angústias.
Deixo as amarguras.
Deixo o ódio.
Deixo os medos.

Deixo tudo com respeito e que esse passado torne-se sabedoria em minha consciência.
S
omos energia.
Vibramos em cada pensamento, comportamento e sentimento. Temos uma assinatura energética.

O que você está transmitindo em sua vida?

Qual é a sua assinatura energética?

Abraços fraternos

Dr.Milton Moura

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Entendendo a diversidade (de níveis de consciencia).

Os problemas estão as claras.
Acredito na evolução! Em uma evolução criativa da consciência. Nesse processo dinâmico, a que todos os seres sencientes estão submetidos, pode aparecer sinais e sintomas de patologias. Vários estudiosos do setor da evolução identificaram que a consciência evolui passando por estágios e níveis de desenvolvimento e crescimento. A consciência possui por assim dizer um “espectro” da mesma forma que a luz divide-se em diversas freqüências que caracterizam o espectro eletromagnético. O espectro da consciência está caracterizado por esses níveis e estágios do desenvolvimento e crescimento da consciência. A evolução da consciência apresenta altos e baixos e torna-se importante para todos nós, envolvidos no processo de autodescoberta e autoconhecimento, a constatação do seguinte fato: passamos por estágios e níveis de desenvolvimento e crescimento. Dependendo do nível/estágio que se encontra a consciiencia compreende-se de forma diferente os diversos aspectos do crescimento pessoal.
Esses aspectos do desenvolvimento e crescimento da consciencia são chamados pelos estudioso da psicologia transpessoal de “linhas de desenvolvimento”. Assim temos a linha de desenvolvimento da moral, da cognição, da emoção, da fé e assim por diante, ou seja, há várias linhas de crescimento e desenvolvimento que a consciência possui para a a evolução. Cada uma dessas linhas são abordadas, vivenciadas de acordo com o nível/estágio de desenvolvimento em que se encontra a consciencia. Que maravilha essa compreensão!!! Se estou em determinado nível/estágio egoísta, por exemplo, a realidade que criarei para o meu viver será baseada nessa visão de mundo, ou seja, fé, cognição, moral, emoção, sentimentos serão vistos apenas sob a visão egoísta. Se estou em um nível/estágio etnocêntrico, que reconhece o outro e respeita suas diferenças, a maneira como abordarei e criarei minha realidade será baseada agora sob os auspícios dessa visão de mundo. E, assim, temos um espectro da consciência onde a humanidade se distribui com seus próprios níveis/estágios. São 7 bilhões de consciência no planeta Terra. Para exemplificar vamos seguir a linha do desenvolvimento moral que pode ser compreendida em egocêntrica, etnocêntrica e globocêntrica. No estágio egocêntrico, a consciência age baseada no eu e nada mais importa; na visão etnocêntrica, a consciência age no mundo transcendendo a visão egocêntrica, incluindo-a em sua constituição e valoriza o outro na visão globocêntrica, a consciência além do eu, do outro ele valoriza a todos, isto é, a consciência conseguiu transcender os estágio predecessores e inclui-los na sua constituição.
Nesse processo dinâmico e criativo da evolução da consciência pode-se encontrar distorções e patologias diversas e confusões exatamente devido ao espectro da consciência. A consciência evolui obedecendo a um principio de diferenciação e integração. Existe por assim dizer uma “dialética do progresso”. Vou explicar! Quando saltamos de forma criativa para um estágio posterior do desenvolvimento, a consciência ou resolve os problemas do estágio anterior ou deflagra novos e recalcitrantes problemas do novo estágio, problemas mais difíceis e complexos. Cada novo nível vai enfrentar problemas que não havia nos níveis precedentes. Cães tem câncer; átomos não! A consciência terá novas possibilidades, novas maravilhas, novos medos, novos problemas, novos desastres que aparecem com a evolução. Ela evolui baseada no principio da diferenciação e integração e, as vezes, aí se encontram os motivos das diversas patologias da modernidade.
 A consciência nesse processo dinâmico de evolução criativa, confunde diferenciação com dissociação, isto é, confunde a diversidade, as diferenças com separação. Em um processo que deveria transcender, diferenciar e incluir ela transcende e reprime. A diferenciação vira dissociação. Uma coisa é diferenciar mente e corpo, outra bem diferente é dissociar (separar) ambos. Podemos diferenciar cultura da Natureza, mas separá-las é patológico. Ken Wilber resumiu de forma perfeita esse processo: ” Diferenciação é o prelúdio da integração; Dissociação é o prelúdio do desastre”. Você tem escolhas. Você pode transcender e incluir, receber, integrar e respeitar ou você pode transcender e reprimir, negar, alienar e oprimir. “Quanto mais brilhante é a luz, mas obscura é a sombra” (Ken Wilber).
A evolução criativa obedece uma hierarquia natural de desenvolvimento. Durante o processo evolutivo o “todo” de um estágio se torna “parte” do todo do próximo estágio. Há, portanto, um todo/parte, isto é, átomos inteiros são partes de moléculas. Moléculas inteiras são parte de células. Células inteiras são partes de organismos e assim indefinidamente. Isso é a hierarquia natural no processo evolutivo em que há um aumento da complexidade da forma. No entanto, podemos observar algumas hierarquias patológicas nesse processo. Há uma arrogância de algumas partes que não toleram serem apenas partes de um todo. Elas querem ser o próprio todo e ponto final. Querem dominar. O poder substitui a comunhão de suas partes; a dominação substitui a comunicação; a opressão substitui a reciprocidade e assim essas hierarquias patológicas deixam suas marcas a ferro e fogo na carne torturada de incontáveis milhões, um rastro de horror, pois não conseguem transcender sem reprimir.

 O espectro da consciência possui altos e baixos em seu processo dinâmico de evolução criativa. Fragmentamos esse desenvolvimento e esse crescimento. Observa-se também que estruturas superiores podem ser subjugadas por impulsos inferiores. Você não pode fazer genocídio com apenas um arco e flecha, mas com uma bomba atômica… A semente precisa se diferenciar para crescer até ser uma árvore. Mas, se você vê cada diferenciação como uma dissociação, confunde-se totalmente as duas coisas. Então, as vezes, você passa a ver a árvore como uma “violação” da semente e a árvore passa a ser um problema e a solução seria: devemos voltar ao maravilhoso estado de semente. A solução é exatamente o oposto. Encontrar os fatores que impedem as sementes de se realizarem como árvores e remover esses obstáculos, de modo que a diferenciação e a integração possam ocorrer naturalmente em vez de dissociar e fragmentar. Não devemos acabar com as hierarquias patológicas destruindo as hierarquias naturais. Devemos incluir a hierarquia patológica em atitude de compaixão, comunhão e cuidado.


Em um nível primordial, tudo aquilo que constitui o mundo material esta interconectado. Toda matéria guarda um comportamento onde não há separação e fragmentação. Há comunicação coerente e totalidade. Durante milhares, milhares e milhares de anos de evolução, a consciência vive um dualismo entre transcendência e imanência. Porém, com o conhecimento dos princípios da física quântica compreende-se agora que a consciência vive SIMULTANEAMENTE a transcendência e a imanência, isto é, a consciência utiliza-se de “ferramentas” de expressão que são ao mesmo tempo possibilidades (transcendência) e fato manifesto (imanência). A dualidade é apenas uma aparência. Nessa fragmentação, nesse dualismo, a consciência confunde diferenciação com dissociação, inclusão com repressão e adquiri “patologias” que aos poucos e poucos serão de alguma forma incluídas na sua constituição para compor a totalidade da criação. Assim, torna-se importante a compreensão desses altos e baixos da evolução da consciência e desenvolvermos uma atitude participativa no Universo e , ao mesmo tempo, uma prática de vida integral levando em consideração todos os apectos do desenvolvimento e crescimento da consciência.



Estudar, meditar, contemplar, orar, praticar atividade física, dialogar, reconhecer e aceitar seus aspectos reprimidos (suas sombras), meditar mais um pouco, em suma: VIVER DE FORMA COERENTE.
Dessa forma poderemos superar todos os problemas, inclusive as nossas próprias patologias.
Abraços fraternos

Dr Milton Moura

quarta-feira, 1 de junho de 2016



O dono de um pequeno sítio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua: 

- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o Senhor bem conhece. Pode redigir o anuncio para o jornal? 

Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu: 

-Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer; com extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda.

Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio. 

- Nem penso mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio e percebi a maravilha que tinha! Desisti imediatamente de vender aquele paraíso!


Às vezes alguém chega para nós, e com a palavra certa, com a observação adequada e nos muda o ângulo de vista, nos faz quebrar os paradigmas e, entendemos que certas coisas que tanto precisamos e achamos não ter, estão bem do nosso lado... 
Amar a vida e tudo que nos cerca nunca é demais...

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Cultive seu próprio poder interno



O Sábio tolera tudo sem dizer uma palavra. Tudo o que o incomoda nos outros é uma projeção do que não venceu em si mesmo. Deixe que cada um resolva seus problemas e concentre a sua energia na sua própria vida. 
Ocupe-se de si mesmo, não se defenda. 
Quando tenta defender-se, está a dar demasiada importância as palavras dos outros, a dar força à agressão deles. Se aceita não se defender, mostra que são simples opiniões, e que não necessita de os convencer para ser feliz.
Faça o uso regular do silêncio para educar o seu ego, que tem mau costume de falar o tempo todo. 
Não entre em competição com os demais, a terra que nos nutre dá-nos o necessário. Ajude o próximo a perceber as suas próprias virtudes e qualidades, a brilhar. O espírito competitivo faz com que o ego cresça e, inevitavelmente, crie conflitos. Tenha confiança em si mesmo. Preserve a sua paz interior, evitando entrar na provação e nas trapaças dos outros. 
Evite julgar ou criticar. Julgar é uma maneira de esconder as nossas próprias fraquezas.
Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Nunca faça promessas que não possa cumprir. Se não tem nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor não dizer nada. 

Se identifica com o êxito, então terá êxito.
Se identifica com o fracasso, então terá fracasso. 
Assim, podemos observar que as circunstâncias que vivemos são simplesmente manifestações externas do conteúdo da nossa conversa interna.


Cultive seu próprio poder interno - Tao Te  King.

terça-feira, 29 de março de 2016

O homem psicológico maduro

"As grandes renovações nunca vêm de cima: vêm sempre de baixo. Assim como as árvores não crescem nunca do céu para o chão e sim do chão para o céu, embora as sementes tenham um dia caído de cima."

Carl Jung



O ser humano é o mais alto e nobre investimento da vida, momento grandioso do processo evolutivo que, para atingir a sua culminância, atravessa dife­rentes fases que lhe permitem a estruturação psico­lógica, seu amadurecimento, sua individualização, con­forme Jung.
 
Ao atingir a idade adulta deve estar em condi­ções de viver as suas responsabilidades e os desafi­os existenciais. É comum, no entanto, perceber-se que o desenvolvimento fisiológico raramente faz-se acom­panhar do seu correspondente emocional, o que se transforma em conflito, quando um aspecto não é identificado com o outro.

O seu processo de amadurecimento psicológico, portanto, pode ser comparado a uma larga gestação, cujo parto doloroso propicia especial plenificação.
 
Procedente de atavismos agressivos, imantado ainda aos instintos, o ser cresce sob pressões que lhe despertam a necessidade de desabrochar os valores adormecidos, qual semente que se intumesce sob as cargas esmagadoras do solo, a fim de libertar o vege­tal embrionário, que se agigantará através do tempo. 
Em sucessão, apresenta-se introvertido, egoísta, possuindo sem repartir, detentor de coisas, não de paz pessoal.O amadurecimento psicológico é imperativo que surge naturalmente, ou por necessidade que se esta­belece no processo da evolução.O ser imaturo, ambicioso, apaixonado, frustra-se, irrita-se sempre, mata e mata-se, porque o significado da sua vida é o ego perturbador e finito, circular-es­treito e sem metas.

Superar o estado egocêntrico, para tornar-se útil socialmente, caracteriza o rompimento com o círculo familiar da infância e abre-o à comunidade, que é a grande escola da vida. O indivíduo não pode viver sem relacionamentos, pois que, por contrário, aliena-se. O seu desenvolvimento deflui dos contatos com a natureza e as criaturas, dos seus inter-relacionamen­tos pessoais, renunciando à liberdade interior, a fim de plenificar-se no grupo.
 
O homem maduro psicologicamente vive a ampli­dão infinita das aspirações do bom, do belo, do verda­deiro, e, esvaído do ego, atinge o self, tornando-se homem integral, ideal, no rumo do infinito.


Fonte:
Extraído do livro “O ser consciente” – Joanna de Angelis – Psicografia de Divaldo Pereira Franco

quinta-feira, 3 de março de 2016

Oque passou, passou... E foi para o bem!

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram.
 As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora. 
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.Deixe de ser quem era e se transforme em quem é.

Glória Hurtado 







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